Infectadas perenemente pelo vírus da desonestidade profissional, as gangues midiáticas brazucas seguem ideologizando a cobertura vacinal contra o coronavírus.
Nessa empreitada estão lado a lado com Jair Bolsonaro, na medida que toda notícia veiculada a respeito do fato inconteste que a vacina da SinoVac, laboratório chinês, será a primeira disponível ao povo brasileiro.
Agindo com a viralatice adquirida como cães de quinta categoria durante a guerra fria, sempre pontuam que as vacinas dos laboratórios AstraZêneca e Pfizer, estadunidense/ alemã e britânico, chegarão em breve, porém, depois da vacina fabricada na China.
Hoje, sites independentes noticiam, as ditas gangues devem silenciar, quando muito dar notas lacônicas, que a Argentina receberá carregamento da vacina russa Sputnik, nos próximos dias, e ainda este ano começará a vacinação entre los hermanos.
Nunca é demais repetir: a vacinação em países como Rússia, China e Turquia já começou há cerca de um mês; a China já vacinou 1,3 milhão de pessoas e mais de cem mil russos também já foram vacinados, portanto, essa guerra artificial não passa de canalhice tupiniquim.
É hora, com efeito, de superar essa síndrome da supremacia ocidental e inserir-se de forma madura na conjuntura mundial, purgando a dicotomia do bem contra o mal, principalmente após a passagem do flagelo Trump pela presidência dos Estados Unidos.


Nenhum comentário:
Postar um comentário