Calamidade pública é a razão de um decreto ainda vigente durante a pandemia, que permitiu ao prefeito de Belém, Zenaldo Jr(PSDB), contratar temporariamente 150 profissionais da área da saúde, por 180 dias.
Findo o dito contrato em 30/11, o priavata maroto resolveu prorrogá-lo até o último dia de seu mandato, não sem antes declarar que a responsabilidade de prorrogar ou não esses contratos agora é do futuro prefeito.
Resultado: a calamidade pública por conta da pandemia do coronavírus infectou a administração municipal de Belém e transformou a prestação de um serviço essencial à população em instrumento torpe da politicagem.
Que o Ministério Público chame o ainda alcaide às falas e cobre explicações por sua atitude torpe, fruto de uma visão perversa que vê a saúde pública como estorvo aos lucros dos big business da saúde privada, daí tratar a pública na base do improviso.

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