Jorge Paz Amorim

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Belém, Pará, Brazil
Sou Jorge Amorim, Combatente contra a viralatice direitista que assola o país há quinhentos anos.

quinta-feira, 31 de dezembro de 2020

Bolsonaro está sendo o que sempre foi. A mídia também


Bolsonaro é tudo aquilo, e um pouco mais, que os capos da máfia midiática brazuca pintavam do Lula tentando mostrar à população o desastre que seria um governo do petista.

Lula foi o oposto do terrorismo sórdido, mostrando-se competente administrador, político de sensibilidade singular, estadista sem igual e diplomático acima da expectativa até do mais otimista simpatizante.

Lula foi forjado na escola da vida, na exclusão social que transformou em desafio pessoal para vencer na vida, mas teve o privilégio da convivência com as cabeças mais brilhantes do país, unindo as duas coisas.

Foi esse caldo que fez dele o mais extraordinário presidente do país, nesses 132 anos de República, que desmantela fetiches reacionários e debocha de previsões fajutas a respeito de sua decadência política.

Tudo indica que a mídia tupiniquim, reacionária como ela só, imaginou que podia dar a Bolsonaro um verniz que minimamente pudesse levar futuramente a compará-lo a Lula diminuindo a culpa por sua unção.

Esqueceram a formação truculenta do indivíduo, o culto aos deuses malditos da formação fundamentalista e o culto aos princípios que norteiam uma sociedade marcada pela punição, sofrimento e esperteza.

Hoje, mais uma vez, Folha e Estadão atiram Bolsonaro à lama, acusam o presidente de tudo aquilo que ele sempre foi, mas eles tentaram dissimular, pois só assim podiam dar asas ao seu anti petismo. Agora o estrago tá feito.

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