Anunciada nas gangues midiáticas que infernizam a população que o farsante togado Sérgio Moro está de mudança para os EUA, país onde atualmente passa mais tempo que no Brasil, certamente prestando contas de seus ofícios criminosos em favor do FBI, da CIA e das multinacionais petrolíferas.
Já teria até, segundo a informação, pedido exoneração do cargo de professor da Universidade Federal do Paraná, onde era concursado, embora fosse considerado funcionário fantasma nos últimos tempos, por sinal, mais um desvio de conduta daquele Torquemada a desnudar sua desmedido paixão por sinecuras no serviço público que o coloca como um dos mais aviltantes marajás tupiniquins.
Dizem, ainda, que a mudança ocorrerá logo após a finalização dos seus maus ofícios na Farsa Jato. E aí a porco começa a torcer o rabo pra que se entenda o que isto, conclusão de sua participação, quer dizer exatamente.
Sabe-se que pelo histórico desse malsinado juiz, historicamente ligado a direita brasileira, foi operada sua escolha para ficar à frente dessa empulhação travestida de investigação sob as ordens da procuradoria do FBI, sob o manto de um vergonhoso acordo de cooperação entre aquele departamento de bisbilhotagens estadunidenses nos demais países.
De cara, essa vigarice de maquiagem jurídica rendeu uma vergonhosa inversão hierárquica que colocou aquele juiz de primeira instância acima do STF, invertendo princípios básicos do direito brasileiro, como a atribuição da responsabilidade ao acusado da prática de eventual crime, quando é nossa tradição que o ônus é de quem acusa.
Implantou a tortura psicológica como meio de obter confissões e disso valeu-se para obter uma segunda confissão de um septuagenário que havia inocentado Lula, por isso foi condenado a décadas de prisão, ou perpétua no caso. Mudado o teor do depoimento, o indigitado foi até colocado em prisão domiciliar , como prêmio pela alcaguetagem falsária.
Politicamente, há muito pouco que o chefe daquela farsa, que o senador Jader Barbalho definiu magistralmente como "VAGABUNDAGEM JURÍDICA", possa fazer e seu trabalho é apenas concluir as formalidades pertinentes a fim de enviar às instâncias superiores os processos que já estão em grau de recursos, bem como aqueles que ele prende pra prejudicar as vítimas da perseguição que empreende.
Para o grande consórcio golpista, que colocou sob sua responsabilidade a fratura do estado democrático, ele já não tem praticamente mais nada a fazer, principalmente agora que as redes sociais venceram as gangues midiáticas na batalha da comunicação e a grande maioria da população brasileira passou da idolatria à execração daquele bandido togado.
Assim, a fuga é o que lhe resta para que fique blindado pelos tentáculos do golpismo ianque, sem o risco de ser extraditado ao Brasil em eventual necessidade de responder pela série de crimes que cometeu sob a mortalha do combate à corrupção. a nós resta bradar, vai morrer pra lá, malfeitor!

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