Assistindo, hoje pela manhã, a 1ª edição do ICL Notícias, especificamente as avaliações do correspondente a respeito da situação eleitoral na Região Norte, fiquei com a sensação de vazio informativo.
Nem vou meter minha colher torta nas situações dos outros estados, da região, todas descritas de forma vaga e sem efetividade avaliativa; vou me ater ao caso do Pará, que acompanho de perto há muito tempo, por razões óbvias.
Neste caso, do jeito como descrito o quadro local, parece que há uma situação tranquila, consensual e convergente na relação de todo o petismo com o mandonismo coronelista do emedebismo, algo que qualquer pessoa sabe não ser verdade.
É nítido que há uma parcela, sim, que fecha com a direção do partido e apoia a chapa com o MDB. Mas há uma parcela considerável da militância petista que está com o PSOL e há, ainda, um grupo de petistas que compõe uma frente que se auto intitula de Lula/ Daniel.
Como essas nuances foram omitidas, faço essas observações, obviamente sem medir tamanhos, afinal, as urnas é que mostrarão o peso de cada um desses grupos, jamais o senso imediatista que parte de maioria eventual e doméstica pra mensurar aquilo que só a campanha política é capaz de explicar.

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