Definitivamente, essa obra alcunhada de 'avenida Liberdade' nada tem a ver com o espírito da COP30, devido ao seu caráter predatório.
Objeto de inúmeros protestos, tratou-se de mera realização da vontade autoritária de um governador que desprezou todos os parâmetros do bom senso e do respeito ao meio ambiente.
Portanto, sua interdição prematura poucos meses após ser dada como concluída dá bem a dimensão rapace de sua realização: inútil, custosa e marcada por uma ação entre amigos altamente suspeita.
Um consórcio de cinco empresas para fazer um serviço tão imundo, só podia ter entre os beneficiários dessa fábula em dinheiro um doido por dinheiro integrante da entourage legislativa do governador, por sinal, tornado inelegível para outubro próximo. Lamentável!

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