Muita gente vendo como ato de trairagem, Valdemar Costa Neto defender o execrado Ciro Nogueira no palanque de Flávio Rachadinha.
E é. Valdemar nunca admitiu a escolha do 01 como candidato do fascismo à sucessão de Lula, pois sonhava com uma chapa Tarcísio/ Michele Bolsonaro.
Consolidada a escolha pelo tiranete boçal, Valdemar recolheu-se, engoliu a imposição, mas deve fazer aqui, acolá, movimentos que mitiguem a escolha não digerida.
Mesmo sob risco de derrota eleitoral, bem como a perspectiva de ir para cadeia após a perda do foro privilegiado, Ciro segue sendo um cabo eleitoral importante, em outubro próximo.
Assim, ou Flávio Bolsonaro aceita ou vê o ainda senador piauiense migrar, por exemplo, pra perto de Ronaldo Caiado, uma perda significativa de votos em uma região onde o fascismo é fraco.
Enfim, estamos diante do pragmatismo de Valdemar, mestre na minimização do discurso anti corrupção, contra a hipocrisia e mentiras do 01 que podem ser desmascaradas ao longo processo, com consequências ainda mais adversas.

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