Jorge Paz Amorim

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Belém, Pará, Brazil
Sou Jorge Amorim, Combatente contra a viralatice direitista que assola o país há quinhentos anos.

terça-feira, 12 de maio de 2026

O vale tudo eleitoreiro


Sem muito a apresentar e julgando que, daqui pra frente, o povo esquecerá o passado de trapalhadas, eis que o diário de barbalhices exalta a sanção de um projeto aprovado ainda no ano passado na Alepa o que panfleto chama de Lei da Educação Indígena.
A reporcagem, claro, não informa se essa "educação" será ministrada da mesma forma como foi pensada outrora, quando povos tradicionais ocuparam a  Seduc exigindo aulas presenciais, enquanto a orientação neoliberal propunha apresentar vídeos em forma de aulas.
Diante daquele retumbante movimento, Helder relutou, recuou mas não sancionou a lei posteriormente aprovada, o que Hana fez ontem sob os aplausos do jornalixo/ exaltação no melhor estilo 'não tem tu vai tu mesmo', superdimensionamento politiqueiro daquilo exibido como novidade.
Até mesmo porque foi por pouco que essa celebração de caráter eleitoreiro viabilizou-se, quando Lula suspendeu aquilo que o neoliberalismo helderista celebrava ignorando a luta dessas nações, fechando com a famigerada dragagem dos rios Tapajós e Tocantins, exigida pela multinacional Cargill.
Com efeito, muitos políticos ainda respiram aliviados enquanto não surge a notícia dando conta que a Anvisa proibiu a comercialização de lotes de óleo de peroba. Credo!

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