A ansiedade incontida de uma assessora de Donald Trump nos induz a pensar que aquela tentativa de atentado, verificada ontem à noite, em um jantar do presidente estadunidense om correspondentes estrangeiros, nos induz a pensar mal do episódio.
É que a dita assessora já falava em disparos com armas de fogo bem antes de eles ocorrerem, depois foram dados em um espaço da Casa Branca onde um bandoleiro solitário circulava fortemente armado, sem que o serviço secreto aparentemente o molestasse ou revistasse.
Vendo a matéria do SBT de dentro da residência oficial, dá até vontade de rir daquelas pessoas, umas realmente apavoradas e outras nitidamente encenando pânico, enquanto o presidente voltava pro salão e atuava como mestre de cerimônias da própria tentativa de atentado contra si.
Os próximos dias nos darão o resultado eleitoral e diplomático desse evento, nesse momento em que Trump conta com a simpatia de pouco mais de um terço da população, enquanto os outros dois terços o rejeitam, grande parte até o abomina; em números, 36% o apoiam e mais de 60% o querem longe do poder.

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