Segundo especialistas ouvidos pelo G1/PA, a respeito da avenida Liberdade que o governador Helder Barbalho considera fundamental pra desafogar o trânsito(falácia), ela devastou considerável parte da floria; alterou cursos dágua; fragmentou ecossistemas e trouxe prejuízos incalculáveis às comunidades quilombolas que moram ao longo daquele trajeto. É mais nefasta do que foi a agressão perpetrada a quando da expansão da rua da Marinha, assim como seria a implosão do Pedral do Lourenço e a já suspensa dragagem dos rios Madeira, Tapajós e Tocantins.
São inerentes a uma visão neoliberal, logo, reacionária, de que o respeito ao meio ambiente, a vidas ancestrais representam atraso, enquanto o progresso é associado ao desmatamento, poluição e destruição de ecossistemas indiscriminadamente, visão caolha diante de tantos desastres ambientais ora verificados e cujas causas são negadas por esses tecnocratas insensatos.
Desgraçadamente, o governador do Pará faz parte dessa visão estúpida e negacionista, certamente em sintonia com o agronegócio que faz parte do seu dia a dia empresarial, consolidado em dois anos de "estágio" no governo do ladravaz Michel Temer, tudo consolidado nas suas recorrentes incursões aos convescotes promovidos pelo famigerado Lide, algo totalmente tocado em notas dissonantes com aquilo que a Amazônia necessita. Simples assim!

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