Deflagrada na última segunda-feira (8), a Operação Penalidade Máxima II revelou um esquema de manipulação de apostas esportivas que passou também por campeonatos estaduais disputados neste ano. A operação foi realizada pelo Ministério Público de Goiás.
Nas investigações, foram encontradas mensagens trocadas entre Bruno Lopez e Thiago Chambó, dois dos quinze indiciados na operação, que revelam que o grupo planejava, em dezembro do ano passado, interferir nos campeonatos deste ano.
“Estamos com muito brother pra yellow”, afirmou Chambó, se referindo a jogadores que aceitaram tomar o cartão amarelo, incluindo jogadores da Série B que subiram para a primeira divisão em 2023. “Mano, eu to com vários também. Mais pros estaduais”, respondeu Lopez em dezembro do ano passado.
“Eu tô com contato no campeonato mineiro, tô com contato no campeonato paranaense, tô com contato no campeonato paulista, tô com contato no campeonato baiano, tô com contato no campeonato cearense”, disse Chambó.
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Três entre os quatro jogadores que fizeram acordo para colaborar com as investigações do MP foram cooptados para atuar em campeonatos estaduais: Kevin Lomónaco, no Paulistão, e Nikolas Faria e Jarro Pedrosa, no Campeonato Gaúcho.
(Diário do Centro do Mundo)

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