O futebol brasileiro é, decididamente, mais que uma "caixinha de surpresas"; é, de fato, um baú de flibusteiros abarrotado de malfeitorias.
Vejam o caso das eleições que vão indicar o novo presidente da Federação Paraense de Futebol, foi adiada porque a desembargadora Eva do Amaral Coelho, respondendo pelo plantão do Juízo de 1º Grau, detectou algumas ações bandalhas do atual presidente daquela entidade.
Pois bem, o menino traquinas que promoveu as sacanagens, em vez de ser sumariamente afastado por razões óbvias, foi premiado com a prorrogação de seu mandato, conforme prevê o famigerado artigo 127, do não menos infame Estatuto da Federação Paraense de Futebol.
Lembrar que o atual presidente da FPF é discípulo dos malandros Maurício Bororó, este pulou da vice presidência do Remo para comandar a entidade estadual; e do mega malandro Antônio Carlos Nunes, este primeiro na linha sucessória da CBF, a quando da faxina policial feita naquela entidade.
Nesse jogo de cartas marcadas, em que o delinquente em vez de punido é premiado, e sob um regulamento onde o voto de Tuna, Remo e Paysandu, por exemplo, vale menos do que o da Liga Esportiva de Bannach, município com pouco mais de cinco mil habitantes, a eleição será realizada e presidida por quem quebrou lanças para fraudá-la. Não é a cara do Boçalnaro?


Nenhum comentário:
Postar um comentário