Mídia conservadora, não pretendo mais usar o termo 'partidarizada' já que ela não apoia partido, faz parte do comitê central do Partido da Direita, junto com banqueiros e ruralistas, encontra dificuldades para fechar alianças regionais que alavanquem sua candidatura majoritária.
Bobinhos. Pensava viam que a famigerada 'escolha difícil' não traria consequências e agora deparam-se com a falta de sintonia de seus vassalos com as lideranças regionais que emergiram na onda bolsonarista, afundando tucanos, demistas, lavajatistas e todos aqueles que sopraram as caldeiras do fascismo contra o PT.
Quem mais padece com essa situação é o "juiz ladrão", Sérgio Moro, que ao abandonar sua toga enlameada tornando-se empregado de Boçalnaro praticamente tatuou essa imagem na sua cara de pau e agora depara-se com chefetes partidários que o têm em conta de um traíra, cujo autoritarismo gera desconfiança em estátua de pedra.
Se esse não decola, imagina os outros. Desse jeito, não sobrará nada além da 'escolha difícil' de 2018, como a alternativa conservadora para enfrentar Lula em 2022, afinal, do jeito que a irrelevância dos pretendentes pretendidos, ou sonhados, afigura-se cada vez mais notável, parece tornar-se menos penoso tentar fazer do Boçal um lord inglês recém saído de uma carnificina na África, do que arranjar votos a antipáticos. Credo!


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