Como todo demagogo, o governador Helder Barbalho despreza direitos alheios, só acredita em benesses concedidas por governantes oportunistas em situações palanqueiras.
Por constatar a excelente repercussão do gesto do prefeito da capital, Edmilson Rodrigues, em prestar contas dos recursos do Fundeb, em seguida distribuir as sobras desss recursos entre os trabalhadores da educação, Barbalhinho tentou pegar carona.
Acabou dando tiro no próprio pé. Fez prestação de contas às pressas, ou nem fez, sei lá, e em seguida selecionou apenas 22 mil professores como os que tinham direito ao recebimento, excluindo outros tantos milhares de mestres, assim como excluiu os demais trabalhadores da educação.
Resultado: em vez de angariar simpatia, acabou semeando indignação contra si daqueles que foram arbitrariamente excluídos, embora vassalos da burocracia governamental devam inventar uma hermenêutica de ocasião a fim de tentar dar legitimidade a mais essa demagogia.
Avesso à educação pública, é mais um gol contra que marca ao tentar salvar seu governicho de meia pataca dos vexames acumulados, em razão dessa improvisação cuja finalidade central é a auto promoção que sempre visa antecipar a campanha do ano que vem, tentando contornar a mediocridade característica dessa malsinada gestão. Não dá!

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