Ao desenvolver a reflexão crítica constante a respeito das diversas conjunturas do país, o PT tem inegavelmente amadurecido sua práxis e constantemente acertado em suas táticas.
Mesmo sob o bombardeio político/jurídico/midiático de 2018, quando o ódio unia a toga e a mídia na promoção do fascismo a fim de destruir Lula e o PT, ainda assim, o partido elegeu a segunda maior bancada da Câmara Federal e a maioria dos governadores do Nordeste.
Por isso, quando vejo anunciada a disposição em ampliar enormemente a bancada petista na Câmara Federal, a partir de 2022, com o lançamento de candidaturas regionais que outrora seriam colocados a disputar cargos majoritários, fico convencido dessa evolução da ratio política do partido.
Nomes como o de Jean Wyllys, agora domiciliado eleitoralmente em São Paulo, Eduardo Suplicy, Fernando Pimentel, Gleisi Hoffmann, dentre tantos puxadores de votos, tonificando a legenda e abrindo a perspectiva de uma representação legislativa forte e inovadora na direção de frear essa onda reacionária que varre direitos, é alvissareiro.
Lula, se eleito, não poderá repetir o êxito dos dois mandatos anteriores sob esses retalhos fascistas impostos pelo golpismo de 2016, mas, deverá contar com reformas que basicamente recoloquem os pobres no orçamento e os ricos no imposto de renda, conforme afirma recorrentemente, apesar do esperneio do abominável Cangaciro, que nunca pensou ou falou algo a respeito, mas acusou Lula de tê-lo plagiado. É isso.


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