Com a imbecilidade que lhe é característica, Helder Barbalho foi atrás de Zequinha Marinho a fim de fazer uma aliança que lhe rendesse mais alguns votos para o governo do estado, em 2018.
Aparentemente um lance de mestre, na prática, um movimento suicida que quase põe a perder a candidatura de Jader Barbalho sob risco de derrota naquele pleito equilibrando as votações.
Zequinha vinha de uma briga feia com Simão Jatene(PSDB), de quem tinha sido vice governador(2015-2018) e estava disposto a voltar à Câmara Federal no lugar que sua esposa guardava enquanto era vice governador.
Helder fortaleceu, então, essa fração neopentecostal, fundamentalista e reacionária na crença de que o "favor" feito a Zequinha seria eternamente pago com gratidão e obediência eternas, cretinice que agora recebe a conta.
Zequinha, por pressão de Boçalnaro, será o candidato ao governo do Pará capaz de montar um palanque terrivelmente evangélico, ao ter como companheira de chapa para o Senado Federal a tresloucada da goiabeira, Damares Alves.
Ou seja, Helder com seu cacoete monarquista plantou e agora está colhendo os frutos da árvore da indiferença ao seu projeto de reeleição com todos em torno, na perspectiva que dá à disputa de 2022 um acirramento até aqui impensável e com consequências possivelmente trágicas ao atual inquilino do governo do estado.


Um comentário:
A irmã do Zequinha está se movimentando na egpa. É só olhar as publicações no diário do estado. Desde o ano passado é uma farra de diárias e suprimento de fundo, sem falar nos cursos. hum ...hum.
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