O Tribunal Superior Eleitoral(TSE) tenta cortar o mal pela raiz, ao convocar o presidente Bolsonaro a depor a fim de que explique os termos da live em que acusou as urnas eletrônicas de vulneráveis à fraude.
A direção daquela Corte fala até em inelegibilidade do atual presidente, cogitando proibir sua candidatura à reeleição, diante do gravíssimo crime eleitoral e de responsabilidade praticado através de uma tevê pública.
Claro que Bolsonaro deve rosnar e latir contra a citada admoestação, pois isto colocaria por terra sua tática de melar as eleições através de uma vitimização orquestrada, nos moldes do que fez a milícia trumpista no Capitólio.
O presidente não tem partido há mais de um ano, sua articulação política precária é feita no varejo do mais reles toma lá dá cá e suas reações indicam que não dá importância ao pleito, mas, sonha com uma quartelada que o mantenha no cargo.
Diante de todas as aberrações institucionais até aqui cometidas, é de se esperar que o Poder Judiciário tome uma atitude mais enérgica em favor do estado democrático de direito, afastando aventureiros do exercício do poder, garantindo eleições livres e transparentes. Apenas isso.


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