Nenhuma louvação em forma de reporcagem. Uma notinha sequer na coluna oficiosa, hoje, no Diário do Pará, a respeito da vacinação de professores em Ananindeua.
Por que será? Será que as doses destinadas ao tonitruante e macabro e intento para gerar aulas presenciais urgentes não deram nem a saída, daí a ocultação da realidade que desmente a demagogia?
Aliás, a cada choque de realidade dado na avidez demagógica do governador e seus correligionários percebe-se que a população fica perdida, à espera de respostas concretas que justifiquem o desencanto.
O silêncio adotado tenta esconder a desastrada iniciativa, todavia, há um calendário estabelecido e publicado no referido jornal com grande estardalhaço, logo, o dito pelo não dito precisa vir à ciência do público.
Assim como a alteração do tal calendário deve informar o adiamento do calendário de volta às aulas presenciais, afinal, vacina pela metade é mais aliada do vírus do que da imunização e imunidade de rebanho é retórica embusteira de quem não sabe a diferença de um vírus para um protozoário.


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