Dois dos mais fortes aliados de Bolsonaro no parlamento, senador Ciro Nogueira(PP/PI) e deputado Arthur Lira(PP/AL) disseram um sonoro "NÃO" à filiação de Boçalnaro a sigla.
Os dois manda chuvas da sigla têm suas bases no Nordeste, onde o sr. Jair possui taxas estratosféricas de rejeição, e sem perspectiva de reverter o quadro, daí atrelar-se a ele constituir-se risco de suicídio político.
Alegaram, pragmática e dissimuladamente, que a prioridade da legenda é usar os recursos do fundo partidário nas eleições proporcionais, Bolsonaro como majoritário demandaria quase todo o recurso disponível no fundo do PP.
A tentativa de atropelar Luciano Bivar e refiliar Boçalnaro ao PSL constitui-se no fabrico de um 'cavalo de Tróia' com madeira podre, mesmo que o presidente conseguisse apropriar-se dos recursos do fundo do PSL, o maior dentre todos.
Como a maior bancada ora assentada na Câmara Federal, claro que a luta pela sobrevivência provocaria um tsunami de trairagens ao majoritário do partido constituindo-se, assim, o arrastão provocar mais prejuízos que vantagens à reeleição.
A dezessete meses da eleição, o presidente ainda luta para encontrar uma legenda que o abrigue, já tendo experimentando e ouvido o baque de algumas portas contra sua cara, o que reflete a enorme dificuldade nas tratativas que agradem as duas partes envolvidas.
Com o passar do tempo, bem como o leque de opções partidárias fechando-se, 'seu' Jair corre o risco de ser obrigado a dar um salto no escuro e compor com aliados nada confiáveis e ver seu burro empacar, por ter sido amarrado em local inadequado. Credo"


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