Como diria o atacante flamenguista, Bruno Henrique, Lula está em um outro patamar. Seu movimento diplomático exortando governantes de grandes potências à quebra de patentes privadas de vacinas é nível Ghandi, Mandela e outros ícones da história da humanidade.
Para além do Brasil, o ex presidente brasileiro defende interesses de países da América Latina, da Ásia, da África, em um momento trágico pra humanidade em que os interesses comerciais de laboratórios farmacêuticos privados aproveitam a tragédia pra faturar fábulas em dinheiro.
Lula deu entrevista à imprensa alemã, à imprensa chinesa, falou com a chanceler Angela Merkel, com Xi Jinping; já havia falado antes com Joe Biden, enfim empreende uma cruzada humanitária que só um líder dessa estatura é capaz, mesmo que não obtenha êxito e a ganância capitalista triunfe.
Ainda assim, sua luta perdurará enquanto a injustiça, a perda de vidas humanas e a falta de empatia continuarem hegemônicas, afinal, são iniciativas como essa que distinguem os autênticos estadistas, assim como movem para frente a roda dos grandes debates pra desmascarar certezas carcomidas.


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