Em quatro décadas como servidor da Câmara Municipal de Belém vi fantasmas, visagens e assombrações espalhadas pelos quatro cantos do planeta, mas sediados bancariamente na CMB.
Sabíamos de suas existências nada ectoplásmicas, víamos eventualmente suas raras materializações no Antônio Lemos, na São Pedro e atualmente na Curuzu.
Porém, essa esposa do procurador geral do Ministério Público do Pará, que o Diário do Pará jura pela fé da mucura que labutou(risos) na CMB, nunca vi nem a sombra.
Antigamente os fantasmas se divertiam às custas dos contribuintes, mas sempre dispensavam um sorriso aos colegas materializados pela frequência diária às dependências da Casa.
Agora, como ocorre com a ocultada 'conge' do procurador, só mandam imagens registradas em espelho de vampiros, nem o Álvaro Jorge(do RH) sabe dos rastros etéreos desses seres. Credo!


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