Além de na área econômica ser o protótipo mais bem acabado do pilantra, Paulo Guedes é a imagem do cinismo político que acomete economistas conservadores que adentram na política.
Suas acusações estapafúrdias à falta de liberdade na China seriam dignas de apedrejamento em países onde vigora tolerância zero com embusteiros, principalmente esses labiosos e trambiqueiros.
O patife fez parte da equipe econômica de um dos mais desprezíveis ditadores do continente; faz parte do staff fascista de um tenente reformado que sempre foi apologista de torturadores e ditaduras , vem com essa conversa mole.
Foi aos EUA de cócoras, diante de um presidente que não perde em impiedade aos piores ditadores, responsável pelas mais de 200 mil mortes ocorridas naquele país por covid19, e posa de defensor da liberdade.
Só em um Brasil destroçado, onde a opinião publicada, escudada em fariseus muitas vezes remunerados por organismos pertencentes à estrutura imperialista, é capaz de tolerar um salafrário como esse Paulo Guedes.
O Brasil possui pouco mais de 1/3 do seu comércio exterior com China, fruto de trabalho diplomático admirável operado durante os governos petistas, sendo que não há indício insatisfação por parte dos exportadores brasileiros.
Assim, a hostilidade fascista, o boicote estúpido por parte desse governo obtuso contra as relações Brasil/China, caso consiga realizar seus objetivos, só trará prejuízo ao Brasil, embora sejam claros os sinais que quem ganhará com isso está pouco se importando com a nossa economia. Simples assim.


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