Quem acompanhou o processo de distribuição de cestas básicas para discentes das escolas públicas, durante o período da pandemia, constatou que o governador Helder Barbalho meteu os pés pelas mãos.

A citada distribuição foi caracterizada pela bagunça e desrespeito aos beneficiários, recorrentemente submetidos ao constrangimento dos estabelecimentos não aceitarem o cartão do governo.
Era nítida a tendência de favorecimento a fornecedores que não tinham inserção nos mercados varejistas, assim como o estado, leia-se Seduc, não fez sua parte avalizando as respectivas compras.
Agora, o Superior Tribunal de Justiça acusa o governo paraense de superfaturar em R$74 milhões os custos dessa substituição da merenda por cesta básica, vale dizer, comprar barato e vender caro.
Vejamos como o governo se defende dessa acusação e de outras, afinal, feitas as contas, a Seduc gastou R$0,80 por aluno/dia com essas cestas, como não é esse o custo diário da merenda escolar, urge uma explicação decente do sumiço de dinheiro com essas compras.

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