Paulo Guedes viveu sua vida toda de golpes. Chegou a ministro e entrou para a extensa lista de impunes que o judiciário brasileiro mantém à direita, com o mesmo ânimo rapace com que caça à esquerda.
Guedes prorrogou, por mais dois meses, a infame medida de redução de salários de trabalhadores chantageados pelo fantasma da demissão, durante a pandemia, um álibi usado por maus patrões.
Todavia, tão abjeto quanto é ver os lacaios globais estampando ar de felicidade em suas respectivas caras cínicas, ao apoiar esse tipo de medida, depois de fazer ar de gravidade quando o Senado derrubou o veto de Bozo a reajuste salarial dos servidores públicos envolvidos no combate à pandemia.
É esse conluio entre essa pútrida rede de manipulações televisivas cevada à época da ditadura, com um governo fascista que tem à frente um zumbi integrante do entulho autoritário imposto à democracia pelo truculento esbirro Leônidas Pires Gonçalves, um conchavo sórdido que nos causa dissabores há 35 anos.

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