
Segundo o UOL, Bolsonaro pensa colocar um interino à frente do Ministério da Educação, aliás, como já fizera no Ministério da Saúde, comandado pelo general Eduardo Pazuello há um mês.
Assim, o presidente sem partido manterá os dois ministérios mais importantes em um país com enormes carências e contradições sob comando provisório, sabe-se lá por quanto tempo.
Talvez, e o melhor está aí, o próprio Bolsonaro já sinta que ele mesmo é um interino no cargo em que foi colocado por mais de 55 milhões de brasileiros esperançosos e ludibriados.
A cada estupidez que encena, a cada escândalo que ele, ou os filhos, protagoniza mais aumenta a aposta em sua brevidade e que está em contagem regressiva pra pegar o beco.

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