
O PDT votar a favor da privatização da água é um escárnio e uma afronta a Brizola e ao trabalhismo.
Assim como o foi quando seus parlamentares votaram a favor da reforma trabalhista e da reforma da Previdência Social.
Como a direção atual do PDT, Carlos Lupi à frente, seus parlamentares e seu líder maior, Ciro Gomes, não são trabalhistas nem defendem ou praticam os ideais de Brizola.
Estão se lixando pelo o que o PDT já foi, uma tentativa de resgatar o trabalhismo e se inserir nas lutas sociais e nacionais do povo brasileiro.
Lupi ascende à direção do PDT com a morte de Brizola, em um processo cabuloso, Brizola já em avançada idade, machucado com o que lhe fizeram Marcelo Alencar e Garotinho e a falta da devida consideração do PT ao alcançar o poder.
Lupi faz um condomínio na direção do partido, enche o partido com figuras sem qualquer compromisso com o interesse público, distribui cargos de direções estaduais e municipais, as verbas do fundo partidário e eleitoral, legendas para candidaturas.
Perpetua-se como dono do PDT, o partido torna-se sua propriedade, emprega familiares e sua turma.
Procurou jogar para fora figuras autênticas e de lutas trabalhistas e brizolistas.
Assume o Ministério do Trabalho e enxovalha o partido com escândalos de licenças sindicais, desvios de verbas de formação de mão de obra e outros.
O PDT está a serviço do deslavado e ignóbil neoliberalismo do Paulo Guedes e dessa turma reacionária e fisiológica do Congresso e da política brasileira, apesar de contar com núcleos de resistência firmados nos ideais de Brizola e trabalhistas.
Todos a serviço dos grupos econômicos, em especial do sistema financeiro. Não é correto e nem justo dizer que seus parlamentares traíram o partido e Brizola. Eles são o que são.
Os Gomes sempre foram da Arena, da turma do Tasso Gereissati, do PSDB e seus vínculos atuais com o DEM. Nada a ver com Brizola ou o trabalhismo.
Certamente o Lupi e a direção vão dizer que não poderão fazer nada com esses parlamentares, pois prejudicarão o fundo partidário.
Gostam muito de dinheiro. Assim como outros partidos igualmente deixaram de ser instrumentos da luta do povo brasileiro.
Mas a história está aí para registrar. Com tristeza, naturalmente.
Assim como o foi quando seus parlamentares votaram a favor da reforma trabalhista e da reforma da Previdência Social.
Como a direção atual do PDT, Carlos Lupi à frente, seus parlamentares e seu líder maior, Ciro Gomes, não são trabalhistas nem defendem ou praticam os ideais de Brizola.
Estão se lixando pelo o que o PDT já foi, uma tentativa de resgatar o trabalhismo e se inserir nas lutas sociais e nacionais do povo brasileiro.
Lupi ascende à direção do PDT com a morte de Brizola, em um processo cabuloso, Brizola já em avançada idade, machucado com o que lhe fizeram Marcelo Alencar e Garotinho e a falta da devida consideração do PT ao alcançar o poder.
Lupi faz um condomínio na direção do partido, enche o partido com figuras sem qualquer compromisso com o interesse público, distribui cargos de direções estaduais e municipais, as verbas do fundo partidário e eleitoral, legendas para candidaturas.
Perpetua-se como dono do PDT, o partido torna-se sua propriedade, emprega familiares e sua turma.
Procurou jogar para fora figuras autênticas e de lutas trabalhistas e brizolistas.
Assume o Ministério do Trabalho e enxovalha o partido com escândalos de licenças sindicais, desvios de verbas de formação de mão de obra e outros.
O PDT está a serviço do deslavado e ignóbil neoliberalismo do Paulo Guedes e dessa turma reacionária e fisiológica do Congresso e da política brasileira, apesar de contar com núcleos de resistência firmados nos ideais de Brizola e trabalhistas.
Todos a serviço dos grupos econômicos, em especial do sistema financeiro. Não é correto e nem justo dizer que seus parlamentares traíram o partido e Brizola. Eles são o que são.
Os Gomes sempre foram da Arena, da turma do Tasso Gereissati, do PSDB e seus vínculos atuais com o DEM. Nada a ver com Brizola ou o trabalhismo.
Certamente o Lupi e a direção vão dizer que não poderão fazer nada com esses parlamentares, pois prejudicarão o fundo partidário.
Gostam muito de dinheiro. Assim como outros partidos igualmente deixaram de ser instrumentos da luta do povo brasileiro.
Mas a história está aí para registrar. Com tristeza, naturalmente.
(Vivaldo Barbosa- advogado/ via Viomundo)

Nenhum comentário:
Postar um comentário