
Apesar no noticiário diário misturar tudo quanto é assunto, contribuindo para diminuir o impacto macabro do dia a dia da pandemia, assim como a diluição dos casos até aqui registrados também misturado ao restante dos temas, a situação está bem pior do que estava no início de maio.
Hoje, estão registrados 9.853.190 casos em todo o mundo, com 495.232 mortes até aqui contabilizadas, sendo que Brasil e EUA, juntos, são responsáveis por 1/3 desses quase dez milhões de caso comprovados; e quase a metade desses óbitos até aqui verificados.
As perspectivas para os próximos dias são as piores possíveis, embora Ministério da Saúde e governadores de grande parte dos estados estabelecerem um pacto para a manipulação dos dados, atendendo a pressões de diversos setores da sociedade que colocam interesses pecuniários acima da vida.
A população parece já ter assimilado e naturalizado o tom sutilmente fatalista adotado, assumindo a responsabilidade pelo aumento dos casos, assim como justificando como uma necessidade de correr o risco enfrentando a luta pela sobrevivência. E os genocidas lavam as mãos.

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