
Cogitar a possível necessidade de cotas raciais, para a formação de chapas que pretendem disputar o comando de clubes sociais burgueses, pode até ser explicado como decorrente de transtornos causados pelo longo isolamento social.
Todavia, quando exposta essa necessidade em matéria jornalística aí tudo degringola para o maneirismo que busca posicionar-se acima do contra, a favor e muito pelo contrário. Afinal, nessas circunstâncias não é prudente indispor-se com o vencedor.
Lembra a postura pragmática de um lendário jornalista cá da terra, que declarava estar sempre a favor do governo, independente de quem estava no 'plantão', pois assim se ganha mais dinheiro e fica-se mais perto dos fatos, matéria prima do jornalismo.

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