
Primeiro foi a Radio Globo(FM), tirada do ar em São Paulo; agora a famiglia Marinho anuncia o fim da circulação do jornal impresso em Brasilia, a partir de 01/07 próximo.
Bom, as razões expostas são sempre baseadas na inovação tecnológica e a velocidade com que avança, daí a necessidade de se ter agilidade para acompanhá-la.
Pode ser. Contudo, é sabido até pelo reino mineral que a outrora toda poderosa Globo vem sofrendo derrotas institucionais que abalam o seu prestígio e seu faturamento.
Por mais que o advento das redes sociais, o avanço tecnológico e o mercado competitivo obriguem um grupo do tamanho da Globo a busca de novas estratégias, a decadência é nítida.
E essa queda nos remete aos anos 1975, quando a emergente Globo passou a perna na outrora toda poderosa cadeia dos Diários Associados e inaugurou a era do monopólio oficial.
Hoje, a pulverização ameaça detonar a porta-voz do pensamento único e abrir um novo caminho na área das comunicações no país, por sinal ainda muito mal iluminado. Mas já é algo.

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