
Em 2001, houve uma auditoria em Paris sobre as empresas privadas que geriam o abastecimento d’água da cidade. Foram detectadas inúmeras irregularidades, como preços abusivos cobrados dos cidadãos. Com a reestatização em 2010, as tarifas reduziram.
Em 2017, Léo Heller, então relator da ONU para Água e Saneamento, alertou que em nível internacional já estava ocorrendo um movimento de reestatizações dos serviços de água e esgoto. Naquele ano, o larápio Temer ensaiava por o Brasil na rota da privataria regionalizada.
“O que podemos observar (no Brasil) é um discurso forte no sentido de privatização do sistema como grande saída para resolver o problema, mas não é essa a lição de experiências de privatização em outras partes do mundo” disse Léo Heller, relator da ONU para Água e Saneamento.
“O que podemos observar (no Brasil) é um discurso forte no sentido de privatização do sistema como grande saída para resolver o problema, mas não é essa a lição de experiências de privatização em outras partes do mundo” disse Léo Heller, relator da ONU para Água e Saneamento.
Ou seja, ladravazes, flibusteiros e rapaces de um modo geral valem-se da ignorância do povo pra fazer um discurso malandro vendendo ilusões, contando com máfias midiáticas fartamente remuneradas pela propina distribuída pelos beneficiários do butim.
(Com informações do sie Carta Maior)

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