
Tudo indica que os ministros do Supremo Federal Federal já perceberam que entre o desejo de Jair Bolsonaro, dar um golpe contra a frágil democracia brasileira e tornar-se ditador, e as condições objetivas para a concretização há uma distância abissal.
Por isso, medidas judiciais estão sendo tomadas em série a fim de trazer a súcia fascista ao dever de cumprir as leis do país, nem que em última instância sejam obrigados a submeter-se ao que determina o que foi estatuído pelo decreto-lei nº2848/40.
Ultimamente, temos assistido diversos oficiais da ativa desmentir peremptoriamente os arroubos golpistas do 'capetão', ratificando o papel de instituição do estado brasileiro das Forças Armadas, e não penduricalho administrativo disponível a ação de aventureiros.
Mesmo assim, Jair Messias segue com sua retórica estúpida e incendiária, como se não abrisse mão de contar com o infame falangismo olávico que (des)orientou politicamente o governo e legou ministros tão truculentos quanto ignorantes e malfeitores.
Internautas delinquentes, gangues de rua, parlamentares que representam o crime organizado e profissionais liberais que buscam estrategicamente proximidade com o erário por razões óbvias, tudo levado de cambulhada para ajuste de contas com a lei.
Nem tão ocultas, as digitais da privataria tucana desnudam-se no palco desse lupanar: desde 2018, quando o senador tucano Izalci elegeu-se pelo DF, trouxe como suplente Luís Felipe Belmonte, um dos mais 'notáveis' bandidos dessa quadrilha hoje desbaratada.

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