
Assanhados pela riqueza de detalhes fraudulentos no currículo do Decotelli, olavistas foram cusca pra cima da cúpula fardada a fim de recuperar pra si a titularidade do MEC.
O ânimo parece ser peitar o carniceiro do Haiti, a quem responsabilizam pela negligência na hora de analisar o currículo do Carlos Alberto, matando dois coelhos com uma paulada.
Sim, porque se o ainda ministro cai e ainda houver a indicação de um olavista para o cargo isto significará que o prestígio do grupo junto ao Bozo continua inabalável.
O busílis do caso é que as últimas nomeações ministeriais praticamente não contam com a decisão familiar, mas saídas do crivo da junta Heleno, Braga Neto e E. Ramos.
De qualquer modo, perdido por um perdido por dez e o terraplanismo olavista, desde que o guru mandou Bozo socar uma medalha no botão da hemorroida, só tem acumulado derrotas.
Além disso, mais dois olavistas já estão com a corda no pescoço, segundo o noticiário veiculado hoje, daí ser urgente o movimento de enfrentamento com os generais a fim de tentar preservar os dedos.

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