Jorge Paz Amorim

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Belém, Pará, Brazil
Sou Jorge Amorim, Combatente contra a viralatice direitista que assola o país há quinhentos anos.

sábado, 6 de junho de 2020

A democracia dos sem voto



Depois de vários dias consecutivos em que mercenários midiáticos folharais(FSP) usaram seus respectivos espaços pra dizer aquilo que seus patrões designam: tentar desconstruir o PT, eis que a meca do antipetismo fez um debate com presidenciáveis e excluiu o candidato petista.

Lá estavam o fossilizado comprador de mandatos a R$200 mil/cabeça, o 'bom moço', dentro das dependências globais, Cangaciro Gomes e a bissexta beata da floresta, como se representassem a oposição, o povo brasileiro e fossem a plenitude do quadro oposicionista na atual conjuntura.

Não são. Como diz a presidenta do PT Gleisi Hoffmann, Ciro, Marina e Alckmin, juntos, obtiveram 18% dos votos na eleição passada, se fosse o decano da antipatia pernóstica, o príncipe da privataria, certamente teria sido um número ainda mais insignificante; enquanto Haddad obteve 29%.

Arraigados ao legado de 1964, que a 'transição transada' contrabandeou para a Nova República e em 2016 fez-se repetição trágica e sórdida, essas forças conservadoras assustadas com a perspectiva de só ter alguma chance real de disputa do poder nos marcos democráticos a partir de 2026, agenciou sub repticiamente a ascensão do fascismo, do qual quer agora se ver livre.

E quer livrar-se igualmente do PT, produzindo um ardil em que tenta fazer crer que o maior partido político do país é a versão esquerdista do bolsonarismo, empulhação que não se sustenta em fatos, apenas deixa claro o acordo por cima, sem povo, que está sendo tramado no submundo político das elites com a cumplicidade delinquente da mídia a fim de reduzir o clamor popular a um pacto de vilões. Não dá!

 

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