
Autoridades da Venezuela capturaram mais 11 pessoas envolvidas na tentativa de invasão frustrada ao país que ocorreu no dia 03 de maio. As prisões ocorreram entre a noite deste domingo (10/05) e a manhã desta segunda-feira (11/05).
Segundo a Força Armada Nacional Bolivariana (FANB), três criminosos foram capturados na noite do domingo em um povoado chamado San Miguel, no estado de Vargas, região costeira ao norte da Venezuela.
Ainda na noite do domingo, a FANB efetuou a prisão de mais oito pessoas envolvidas na tentativa de invasão na região de Petaquirito, a cerca de 50 quilômetros de Caracas.
Segundo as autoridades, entre os membros desse grupo capturado em Petaquirito estava o sobrinho de Clíver Alcalá, ex-general venezuelano dissidente.
Ainda no domingo, as Forças Armadas Especiais (FAES) da Venezuela prenderam outras três pessoas envolvidas na tentativa de invasão.
Os três cidadãos venezuelanos foram detidos em uma operação empreendida pela Força Armada Nacional Bolivariana (FANB) na cidade de Colonia Trovar, no estado de Aragua, a quase 60 quilômetros de Caracas, capital.
Até o momento, foram capturadas 31 pessoas envolvidas na operação contratada pela oposição liderada por Juan Guaidó para sequestrar o presidente Nicolás Maduro e derrubar o governo venezuelano.
Juan José Rendón, nomeado estrategista político de Juan Guaidó, e o deputado Sergio Vergara, renunciaram nesta segunda-feira (11/05) aos cargos no governo fictício do presidente autoproclamado da Venezuela.
Ambos, ao lado de Guaidó, foram responsáveis por contratar a empresa de segurança privada dos EUA SilvercorpUSA para invadir o país, sequestrar o presidente Nicolás Maduro e derrubar o governo venezuelano. A operação, que começou no dia 03 de maio, foi interceptada pelas autoridades venezuelanas e 31 pessoas envolvidas já foram presas.
A renúncia de Rendón e Vergara foi confirmada pelo site oficial da Assembleia Nacional venezuelana, controlado pelo setor da oposição liderado por Guaidó. "O presidente Juan Guaidó aceitou a renúncia dos funcionários e agradeceu sua dedicação e compromisso com a Venezuela", diz a nota.
Rendón, foragido da Justiça venezuelana que vive em Miami, chegou a admitir que pagou do próprio bolso para a SilvercorpUSA realizar a operação que tinha como objetivo derrubar Maduro e levar Guaidó ao poder.
Em uma cópia do contrato divulgado pelo governo venezuelano é possível confirmar as assinaturas de Guaidó, Rendón e Vergara junto com a do diretor da empresa norte-americana, Jorndan Goudreau. O governo da Venezuela preparou uma tradução para o espanhol da íntegra do documento, que circula entre autoridades e funcionários do Estado venezuelano. Opera Mundi teve acesso a essa versão que pode ser lida aqui.
Partes dos anexos do contrato revelado por Caracas expressam o valor a ser pago pela operação, os "alvos" estabelecidos e até a criação de grupos armados "para conter a reação" no caso de um governo presidido por Guaidó.
Segundo a Força Armada Nacional Bolivariana (FANB), três criminosos foram capturados na noite do domingo em um povoado chamado San Miguel, no estado de Vargas, região costeira ao norte da Venezuela.
Ainda na noite do domingo, a FANB efetuou a prisão de mais oito pessoas envolvidas na tentativa de invasão na região de Petaquirito, a cerca de 50 quilômetros de Caracas.
Segundo as autoridades, entre os membros desse grupo capturado em Petaquirito estava o sobrinho de Clíver Alcalá, ex-general venezuelano dissidente.
Ainda no domingo, as Forças Armadas Especiais (FAES) da Venezuela prenderam outras três pessoas envolvidas na tentativa de invasão.
Os três cidadãos venezuelanos foram detidos em uma operação empreendida pela Força Armada Nacional Bolivariana (FANB) na cidade de Colonia Trovar, no estado de Aragua, a quase 60 quilômetros de Caracas, capital.
Até o momento, foram capturadas 31 pessoas envolvidas na operação contratada pela oposição liderada por Juan Guaidó para sequestrar o presidente Nicolás Maduro e derrubar o governo venezuelano.
Juan José Rendón, nomeado estrategista político de Juan Guaidó, e o deputado Sergio Vergara, renunciaram nesta segunda-feira (11/05) aos cargos no governo fictício do presidente autoproclamado da Venezuela.
Ambos, ao lado de Guaidó, foram responsáveis por contratar a empresa de segurança privada dos EUA SilvercorpUSA para invadir o país, sequestrar o presidente Nicolás Maduro e derrubar o governo venezuelano. A operação, que começou no dia 03 de maio, foi interceptada pelas autoridades venezuelanas e 31 pessoas envolvidas já foram presas.
A renúncia de Rendón e Vergara foi confirmada pelo site oficial da Assembleia Nacional venezuelana, controlado pelo setor da oposição liderado por Guaidó. "O presidente Juan Guaidó aceitou a renúncia dos funcionários e agradeceu sua dedicação e compromisso com a Venezuela", diz a nota.
Rendón, foragido da Justiça venezuelana que vive em Miami, chegou a admitir que pagou do próprio bolso para a SilvercorpUSA realizar a operação que tinha como objetivo derrubar Maduro e levar Guaidó ao poder.
Em uma cópia do contrato divulgado pelo governo venezuelano é possível confirmar as assinaturas de Guaidó, Rendón e Vergara junto com a do diretor da empresa norte-americana, Jorndan Goudreau. O governo da Venezuela preparou uma tradução para o espanhol da íntegra do documento, que circula entre autoridades e funcionários do Estado venezuelano. Opera Mundi teve acesso a essa versão que pode ser lida aqui.
Partes dos anexos do contrato revelado por Caracas expressam o valor a ser pago pela operação, os "alvos" estabelecidos e até a criação de grupos armados "para conter a reação" no caso de um governo presidido por Guaidó.
(Opera Mundi)

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