Segundo o DIEESE, as frutas no Pará sofreram majoração de preços em até 46%, ano passado.
Ora, somado isto ao reajuste do preço da carne em 32%, a cesta básica em 16%, além do gás de cozinha já próximo dos cem reais, não dá pra dizer que o reajuste do salário mínimo seguiu o rito de recompor o poder de compra dos 'empreendedores'.
Pelo contrário,esses números retratam fielmente a situação deplorável em que o agiota ora homiziado no Ministério da Fazenda colocou a classe trabalhadora, com tendências a piora na medida em que não há indicativo de estabilização dos preços sob dependência de eventos externos.
Gasolina e gás vão continuar subindo de preço porque a turbulência provocada por Trump tem objetivo eleitoreiro; e, subindo o preço dos derivados do petróleo, tudo sobe de preço porque os custos do transporte dos alimentos principalmente, entre outros, fica instável.
Bem, nada indica que o governo vá mudar de rota na condução de sua política econômica, todavia, nada indica que essa política de desidratar conquistas sociais pra transferir recursos para o mercado financeiro funcionará, o que sinistramente nos faz ver a catastrófica situação chilena logo ali.

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