Jorge Paz Amorim

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Belém, Pará, Brazil
Sou Jorge Amorim, Combatente contra a viralatice direitista que assola o país há quinhentos anos.

quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018

O pífio desempenho tucano


FHC foi um presidente da República tão repudiado que seus correligionários candidatos a sucede-lo esconderam desesperadamente a vinculação, por evidentes temores eleitorais.

Depois de passar oito anos presidindo o país, nunca mais o 'Príncipe da Privataria' cogitou sequer colocar seu nome à disposição de prévias do partido, pois sabe que sua rejeição é algo pessoal, intransferível e vigoroso.

Os tucanos governam o estado de São Paulo há 25 anos ininterruptos, e nesse período o estado deixou de ter um PIB maior que a soma dos demais estados, como ocorria há cerca de uns trinta anos.

A USP, outrora sonho sulamericano de quem quisesse seguir carreira acadêmica, hoje já foi suplantada no ranking das melhores universidades do continente, perdendo o título que ostentava há décadas.

Diante dessa colossal incapacidade administrativa, desmentindo na prática a fama de excelentes administradores, tucanos enfrentam agora a dura realidade de desdizerem na prática tudo aquilo que o coro midiático anunciou de forma embusteira.

O PSDB perdeu substância eleitoral e seu candidato encontra-se em posição inferior ao de nomes até aqui não testados pelo eleitorado, tais como Álvaro Dias e Jair Bolsonaro, além da bissexta Marina Silva.

A mídia comparsa atribui a esse fato, "a multiplicação de candidatos à direita", o mau desempenho privata.

Papo furado. Nas últimas eleições os tucanos operaram para que houvesse o maior número possível de nomes a fim de não apanhar no PT, já no primeiro turno.

É óbvio que o PSDB não cabe mais na blindagem da mídia. Suas falcatruas, seus malfeitores, sua cumplicidade com Temer e Eduardo Cunha não podem mais ser ocultados, restando claro que aquela aura de santidade não passava de conto do vigário.

Com efeito, o tempo e a proliferação de desatinos, pontificando a maldita privataria que quase destruiu o estado nacional brasileiro, mostraram tratar-se de legenda mais dada a delinquência que o próprio PMDB de onde saiu.

Diante desse quadro, constituir-se-á tarefa bem mais difícil desconstruir vários candidatos como fizeram com Marina Silva, em 2014, quando esta estava quase no segundo turno, mas foi suficientemente estúpida para continuar atacando um governo bem avaliado, burrice ressaltada pela mídia até Aécio ultrapassá-la e ir ao segundo turno.

Além de cuidar do PT e tentar desgastar os demais candidatos, a mídia ainda terá que limpar o nome de um gestor em cuja administração furtou-se merenda escolar, roubou-se no metrô, racionou-se água e ainda consolidou-se a decadência econômica do estado ainda mais rico do país. Tá feio!  

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