Por mais que na legenda que homizia o patife leve enganosamente o termo 'Socialista'; ainda que seu enganador arroto de valentia contra os massacrados trabalhadores brasileiros tenha espasmos de desassombro, não dá pra não identificar o bandidão Arthur Maia, relator da ilegítima reforma da previdência, como um dos mais indecorosos integrantes da 'Assembléia dos Bandidos'.
O citado meliante declarou publicamente, "Chegamos ao momento decisivo. O Congresso dirá se vai acabar com privilégios ou se vai capitular diante do lobby do serviço público".
Acabar com quais privilégios, celerado? Em que momento serão atacados aqueles que privilégios constantes das remunerações de juízes, desembargadores, Poder Judiciário em geral, membros do Ministério Público, das Forças Armadas e do Parlamento?
Como nos tempos da privataria tucana, o vil golpista em tela apela para a mais torpe chantagem a fim de pintar um quadro artificialmente caótico na Previdência Social, como se os benefícios decorrentes das contribuições pagas pelos segurados estivessem correndo riscos por conta de um rombo mal justificado.
No entanto, o larápio em tela não faz qualquer referência à dívida trilionária daqueles tidos como grandes contribuintes, justamente porque são esses que vão lucrar caso esse assalto do século seja aprovado.
Com efeito, após a aprovação, o ladrão Temer trará à luz que não há rombo e estará à vontade para perdoar essa dívida e assim consolidar o apoio dos grandes sonegadores, tal e qual fez com a bancada ruralista.
A legislatura que se encerra a 31 de dezembro próximo, daquilo que um jornalista português chamou de 'Assembléia de Bandidos', deve estar entre as mais enlameadas da história do parlamento brasileiro, predominante constituída pela ação do mega bandido Eduardo Cunha.
Porém, não se pode afirmar com segurança que Cunha é o maior bandido desse ajuntamento de malfeitores. Esse Maia, por exemplo, é delinquente de alta periculosidade e o tempo aquilatará sua relevância na rica história do banditismo tupiniquim. Credo!

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