O governo de ladrões anuncia que retomará seu Programa de Demissão Voluntária, inspiração ilegítima de um modelo iníquo contra quem dá o seu melhor pela eficiência no serviço público.
O governo golpista escuda-se nos números obtidos pela privataria tucana, cinco mil demissões voluntárias daqueles que não viam perspectiva de melhora e foram buscar meios de sobrevivência em outras situações, apesar de sabermos que a maioria deu com os burros nágua em razão das péssimas condições da economia brasileira à época.
No caso atual, apenas 76 servidores aderiram ao plano de demissão voluntária. Outros 164 optaram por fazer acordos de redução da jornada de trabalho ou licença incentivada, tentativa de iniciar carreira em outra atividade mas com prazo certo pra voltar ao serviço.
Como se vê, são apenas 240 servidores públicos que aderiram à vil proposta temerária de deixar de receber, ou receber salários menores a fim de proporcionar que os ladrões que manipulam o orçamento disponham de mais recursos para tocar suas negociatas.
Se sob FHC a demissão voluntária mediante recebimento de uma indenização significou um risco calculado, na maioria das vezes fracassado, de abandonar o serviço público sucateado e pessimamente remunerado e sem perspectiva de melhora, agora a situação é bastante diferente.
Cientistas, pesquisadores, acadêmicos, mestres. doutores experimentaram em um passado recente a possibilidade de fazer de certos segmentos centros de excelência e seguramente guardam a expectativa de poder voltar a exercer suas atividades com mais autonomia.
Mesmo com a corja que dilapida o serviço público brasileiro entregando nichos importantes da pesquisa às multinacionais, resta a esperança de reversão desse quadro de pilhagem, constituindo-se essa esperança em resistência a medida tão torpe, herdada do mais entreguista e desonesto governo que tivemos.
Que em outubro próximo bons ventos inspirem o povo brasileiro e essas esperanças dos servidores públicos transforme-se em realidade é o que se espera.
(Com informações extraídas da BBC e do Jornal do Brasil)

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