Se é verdade que um, de cada dois brasileiros, usa pílulas do tipo Viagra, então, o Brasil tornou-se campeão mundial da relação sexual por estímulos, digamos, não afetivos.
É óbvio que muito jovem está incluído nessa estatística porque não temos tantos idosos assim. Talvez, movidos pelo desempenho de 'astros' do cinema pornô, muitos jovens buscam tornar-se protagonistas mundanos em suas atividades privadas.
Infelizmente, essa performance quase em regime full time na horizontal não é capaz de nos fazer mais cordatos, visto que somos um povo campeão do ódio e da violência, com gente morrendo nas ruas até em maior número que países que enfrentam guerra em seu território.
Além disso, nos destacamos negativamente pela homofobia, misoginia e machismo desmedido, dados que mostram não bastar fazer sexo, é preciso ter gosto por aquilo que faz.
Talvez fôssemos longe na avaliação dos vários aspectos que envolvem a atividade mais prazerosa do ser humano e seus efeitos para um comportamento mais civilizado.
Todavia, basta o registro desses números, bem como a observação de que falta mais amor para o sofrido povo brasileiro, e isso depende muito mais da cabeça que está posta sobre os ombros.

Nenhum comentário:
Postar um comentário