Jorge Paz Amorim

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Belém, Pará, Brazil
Sou Jorge Amorim, Combatente contra a viralatice direitista que assola o país há quinhentos anos.

sexta-feira, 10 de novembro de 2017

O repúdio à cleptocracia gilmariano/temerária



Do alto de suas respectivas velhacarias, certa vez em sessão do STF os ministros Dias Toffoli e Gilmar Mendes, O Cleptocrata, afirmaram que um presidente da República que não tivesse 177 deputados, dentre os 513, como aliados não poderia governar.

Ali, talvez, tenha sido dada a senha pra que o golpismo larápio triunfasse sobre a democracia, transferindo para pouco mais de 300 picaretas a prerrogativa de mais de 54 milhões de brasileiros no exercício soberano dessa prerrogativa.

Hoje, quando o larápio Temer é rejeitado por 97% dos brasileiros, segundo pesquisa Vox Populi/CUT, fez piorar a vida de mais de 59% dos brasileiros, segundo declaração dos próprios entrevistados, e vê 84% da população declarar que o país está no rumo errado não resta qualquer dúvida que vivemos um estado de exceção, uma autêntica cleptocracia com os sinais trocados por Gilmar.

Adonando-se das instituições públicas como se fossem compartimentos do seu covil particular, Temer traça com os principais comparsas os planos do golpismo para o ano que vem: agenda entreguista do patrimônio público, manutenção do conluio PMDBxPSDB, e forte blindagem judiciária contra eventuais contratempos legais.

Contam ainda com a parceria midiática anti-Lula, esta sempre útil na convocação da classe média a aventuras anti-democráticas. Mesmo decadente e fortemente desacreditada por mais da metade dos brasileiros, ainda é influente naquele segmento social.

É nessa conjuntura que entraremos no ano que vem para uma disputa que se afigura marcada por sujeiras ainda piores que as verificadas em 2014, quando revistas de circulação nacional viraram panfletos e a tevê portou-se como lupanar de interesses inconfessáveis.

Por isso, manifestações como a marcada pra hoje são fundamentais a fim de mobilizar o povo brasileiro contra os algozes do seu interesse. Só essa mobilização crescente, capaz de levar às ruas o descontentamento atestado por pesquisas freando a sanha assaltante do golpismo vigente interfere no quadro político.

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