Ainda bem que o herói mitológico Teseu recorreu à donzela Ariadne para traçar seu caminho no labirinto do monstro Minotauro.
Se precisasse do tirocínio do alcaide trapalhão Zenaldo Lorota Jr. estaria frito, já que este não consegue sequer traçar um roteiro seguro para a obra viária que herdou do clepto alcaide D. Costa e esgarçou a dita cuja em diversas, mas sem direção, finalidade ou eficácia.
O trecho original da Almirante Barroso segue inconcluso há mais de cinco anos, sem que tenha tirado um riquixá daquele conturbado aglomerado viário, apesar de inúmeros monumentos ao desperdício do dinheiro público erigidos a cada esquina em forma boçal de estações.
Sem concluir aquele, passou a tratar de um outro, na Augusto Montenegro, este também com pinta de que sua conclusão foi mandada às calendas gregas, não sem antes desarrumar o crescimento econômico naquela região, transformando-a em um pandemônio viário.
Agora, Lorota aponta sua máquina de destruição no rumo da av. Centenário, prometendo que essa aventura tresloucada chegará à Doca de Souza Franco. Quando? Como? Para que? são perguntas que ficarão sem respostas porque até serem feitas o bestunto já estará longe da direção da PMB, provavelmente em Brasília cumprindo mandato parlamentar, enquanto nós cá estaremos a lamentar per omnia secula seculorum essa farra com o dinheiro público feita pelos dois mais desonestos alcaides que Belém conheceu. Lamentável!

Um comentário:
Os becos alternativos estão todos intransitáveis, ou melhor, todo o estado do Pará.
Carros, zero km, viram sucata em três meses!
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