
Até aqui, o mega larápio Romero Jucá conseguiu estancar parte da sangria que o ameaçava. Fala-se em parte porque as investigações chegaram nele, mas ele transferiu a responsabilidade para seus familiares. Ou seja, passou a ideia que a famiglia é uma corja, mas ele é honesto.
Todavia, isso parece estar com os dias contados depois que a PGR apontou suposto favorecimento do peemedebista ao Grupo Gerdau em uma medida provisória em troca de doações eleitorais; segundo a PGR, nos anos de 2010 e 2014, Jucá recebeu vantagem indevida no montante de R$ 1.333.333,00, entregues mediante diversas doações efetivadas por Jorge Gerdau Johannpeter ao Diretório Nacional e ao Diretório Estadual de Roraima do PMDB.
É verdade que a denúncia foi feita por Rodrigo Janot, mas a sucessora deste manteve e documentou mais robustamente a referida denúncia, mostrando que esses valores dizimais não se dividiram e nem tampouco podem ser admitidas quaisquer dúvidas a respeito de sua veracidade.
Jucá entra, assim, na linha de tiro do stand que já abateu Cunha, Henrique Alves, Geddel e não para de ameaçar o trio Temer, Padilha e Moreira Franco. Esses, como bandoleiros espertos que são, têm escapado ilesos do tiroteio, porém, como há sempre a ameaça de uma rajada inesperada, todo cuidado é pouco. Credo!

Nenhum comentário:
Postar um comentário