Jorge Paz Amorim

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Belém, Pará, Brazil
Sou Jorge Amorim, Combatente contra a viralatice direitista que assola o país há quinhentos anos.

quarta-feira, 26 de outubro de 2016

A volta do 'Príncipe da Privataria'


Segundo aquela cronista sempre bem informada a respeito do que ocorre no covil  privata, FHC pode ser o nome biônico que o Congresso ungirá à presidência do país, com base no artigo 81 da CF, apeado do breve mandonismo o golpista temerário.

Claro que isso alvoroça o Partido da Imprensa Golpista, que não tem coragem de defender o 'Príncipe da Privataria', mas sonha com sua volta ao poder dado o relacionamento promíscuo que este protagoniza aqui e alhures e inegável competência para transformar o país em colônia e sua elite em corte de uma Versalhes de quinta categoria.

FHC foi seguramente o mais desonesto, o mais cínico e entreguista homem público de nossa história recente, uma espécie de Midas do crime organizado, pois em tudo que tocou virou delinquência. Foi assim com sua malsinada reeleição, ocupando o cargo, a um custo de R$200 mil por deputado; foi assim com a privataria, cujo propinoduto jorrado daquela vil entrega do patrimônio do povo brasileiro ao capital estrangeiro é sujeira ainda mantida de baixo do tapete, inclusive com a colaboração dos hoje honestos operadores da malsinada Lava Jato; e foi assim que perpetuou as vantagens obtidas no cassino rentista ao isentar de tributos lucros e dividendos, enquanto congelava a tabela do imposto de renda da pessoa física.

Por tudo isso, esse famigerado privata nunca mais ousou submeter seu nome a um processo eleitoral, já sabia o quão repudiado era no país inteiro, exceção ao estado de São Paulo. E mais: todos os candidatos de seu partido fizeram questão de esconder seu nome como aliado a cada eleição que disputavam, pois sabiam que essa trágica associação ocasionaria perda devotos.

Todavia, dado esse histórico nada edificante fora das páginas do PIG, o golpismo que está sendo gestado no ventre pútrido do golpismo julga ter um nome de consenso, seu Plano B: o de Nelson Jobim. Ministro do STF e ministro de estado em governos opostos, como o de Lula e FHC, talvez aí resida sua maior deficiência: ter a cara da conciliação em um país marcado pela desigualdade social, esta voltando a agravar-se com as medidas torpes que o golpismo temerário vem impondo.

De qualquer modo, o que se constata é que o golpismo a ser parido pelo golpismo começa a ganhar as páginas e espaços gerais da mídia delinquente a fim de tornar-se assunto palatável ao povo brasileiro. Percebe-se que o rito é o mesmo usado na prescrição do golpismo originário. Tudo começou em notinhas nessas colunas de torpezas falando maravilhas do vil bandoleiro Michel Temer e seus comparsas, até a descoberta de que era um assaltante e precisa ser apeado do poder.

O problema passará a ser o substituto, que pode ser a volta escancarada ao passado derrotado pelo povo, em 2002, que tem a audácia em pretender voltar justamente aproveitando um dos momentos mais vergonhosos de nossa história, em que o comando do país está sendo loteado entre celerados que a sociedade brasileira vem repudiando nas urnas há 14 anos.  

Um comentário:

Leonardo Marques disse...

Nelson Jobim e FHC é só pra despistar! Será ou Serra Ou Aécio Neves! e se a hillary ganhar nos estados unidos,a tendencia é que seja o Serra.pois é alinhadíssimo com os ianques.