Jorge Paz Amorim

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Belém, Pará, Brazil
Sou Jorge Amorim, Combatente contra a viralatice direitista que assola o país há quinhentos anos.

quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

A derrota da safadeza


Como já era esperado, a oposição vira lata vociferou horrores contra a aprovação da meta fiscal pela maioria do Congresso Nacional. O gangster internacional Rubens Bueno, no mesmo dia em que foi pilhado assaltando os cofres da Assembléia Legislativa do Paraná, ao pendurar comparsas na folha de pagamento daquele poder, teve a cara de pau de declarar, “A crise no Brasil chama-se Dilma Rousseff. Ela é a responsável por tudo isso, em virtude do estelionato eleitoral, que levou o País a acreditar que estava tudo bem”. E foi adiante furtando e mentindo.

Porém, nada mais revelador das intenções dessa malsinada oposição do que as falas do propineiro praticante e juramentado, Mendonça Filho, do PFL/Arena, inconformado com o equilíbrio das contas. Disse o malfeitor, “Para ganhar a eleição, a presidente Dilma Rousseff fez o que pôde e o que não pôde com a máquina pública. Vendeu ilusões, enganou os pobres, iludiu a classe média, passou por cima dos servidores públicos e gerou gastos públicos insustentáveis através do Bolsa Família, do ProUni e do Fies, apenas com o propósito de ganhar a eleição. A conta demora, mas chega. E é cara, para ser paga pelo povo brasileiro”.

Pelo menos foi sincero em sua delinquência e coerente com seu torpe comportamento, já que anteriormente havia ido aos tribunais contra todos esses programas sociais mantidos pelo governo e que, na visão do larápio em tela, tira dinheiro da elite sempre disposta a dilapidar o erário e nunca se conforma com a inclusão de pobres no orçamento, como ocorre desde 2003, embora obviamente não admita abertamente suas (más)intenções. Prefere classificar como 'enganação' iniciativas como ProUni, Fies e principalmente o Bolsa Família.

Lembrando que o governo cortou ministérios, fundiu outros, reduziu o número de cargos comissionados, cortou o salário da presidenta, do vice e dos ministros, enfim, deu um grande exemplo de como comportar-se no serviço público em momentos de aperto financeiro, este causado pela queda da atividade econômica e da arrecadação a partir das desonerações feitas a fim de manter o nível da atividade produtiva e da capacidade de gerar empregos, bem diferente da gastança que esses patifes apregoam.

Mais que uma vitória política, significou uma vitória das conquistas sociais iniciadas há treze anos, após viver ao longo deste ano sob o risco de implosão a partir dessas posições políticas perversas, que contam com a cumplicidade de uma mídia rapace e mercenária, sempre apta a engrossar o próprio pirão das benesses obtidas a partir do conluio que estabeleceram ao longo de décadas com governantes inescrupulosos, independente da quantidade da farinha disponível. Valeu, Congresso!

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