
247 – Após responsabilizar o Conselho de Administração da Petrobras pela compra da refinaria de Pasadena, o ex-presidente da estatal Sérgio Gabrielli sugere que o ministro José Jorge, do Tribunal de Costas da União, manipulou parecer sobre a transação.
“O parecer do TCU é politicamente motivado. Não é do TCU, é do ministro José Jorge. Os técnicos do TCU no primeiro parecer concluem que não há problemas com o preço nem os contratos de Pasadena. Depois o ministro solicitou outro a um assessor que em 30 dias, sem nem sequer ir à Petrobrás, criou um parecer que a meu ver é uma ficção equivocada e politicamente motivada”, disse ele em entrevista ao ‘Estado de S. Paulo’, na sede do PT da Bahia.
Presidente da Petrobrás entre 2005 e 2012, ele foi responsabilizado pelo TCU pelos prejuízos na compra. Em sua defesa, ele pede que a presidente Dilma Rousseff e os outros membros do Conselho na época, recebam o mesmo tratamento que ele, com bens bloqueados.
“O argumento da minha defesa é que somente o conselho tem competência de decidir compra de empresas e a decisão do conselho foi correta”, diz
“O parecer do TCU é politicamente motivado. Não é do TCU, é do ministro José Jorge. Os técnicos do TCU no primeiro parecer concluem que não há problemas com o preço nem os contratos de Pasadena. Depois o ministro solicitou outro a um assessor que em 30 dias, sem nem sequer ir à Petrobrás, criou um parecer que a meu ver é uma ficção equivocada e politicamente motivada”, disse ele em entrevista ao ‘Estado de S. Paulo’, na sede do PT da Bahia.
Presidente da Petrobrás entre 2005 e 2012, ele foi responsabilizado pelo TCU pelos prejuízos na compra. Em sua defesa, ele pede que a presidente Dilma Rousseff e os outros membros do Conselho na época, recebam o mesmo tratamento que ele, com bens bloqueados.
“O argumento da minha defesa é que somente o conselho tem competência de decidir compra de empresas e a decisão do conselho foi correta”, diz

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