
247 - O jornal O Globo, comandado por João Roberto Marinho, parece não apenas torcer, como também trabalhar para um novo racionamento de energia no Brasil, como ocorreu em 2000, no governo FHC. Quando ele não vem, a publicação parece, simplesmente, não se conformar com a realidade.
É o que acontece nesta quinta-feira, quando o jornal publica, a seguinte manchete: "Ministro diz que não falta, mas Brasil importa energia". Acima, uma foto de Eduardo Braga na penumbra, obtida graças a um recurso utilizado pelo fotógrafo do Globo, como se faltasse luz na própria entrevista coletiva do ministro.
Ora, mas se a intergação dos sistemas elétricos na América Latina permite a importação de energia da Argentina, isso é uma boa notícia – e não um problema, como insinua O Globo. Aliás, essa integração começou há muito mais tempo. Basta citar investimentos como Itaipu, que traz energia do Paraguai, e o gasoduto Brasil-Bolívia.
No mundo, a importação de energia é também um fato corriqueiro, ainda que alimente eventuais tensões regionais e geopolíticas. A Alemanha, maior potência industrial da Europa, abastece suas fábricas com o gás natural que vem da Rússia. Os Estados Unidos acionam suas térmicas com petróleo importado de países árabes. A França, por sua vez, exporta energia nuclear para alguns de seus vizinhos. Graças ao livre comércio, países que têm oferta excessiva de energia abastecem vizinhos que enfrentam escassez permanente ou temporária, como parece ser o caso do Brasil, neste verão de temperaturas recordes.
A realidade, no entanto, não é aquela desejada pelo Globo: o Brasil, apesar da torcida contrária, não enfrenta um racionamento de energia. Pode, sim, ter de consumir uma energia mais cara, com o acionamento das térmicas, mas não há desabastecimento.
É o que acontece nesta quinta-feira, quando o jornal publica, a seguinte manchete: "Ministro diz que não falta, mas Brasil importa energia". Acima, uma foto de Eduardo Braga na penumbra, obtida graças a um recurso utilizado pelo fotógrafo do Globo, como se faltasse luz na própria entrevista coletiva do ministro.
Ora, mas se a intergação dos sistemas elétricos na América Latina permite a importação de energia da Argentina, isso é uma boa notícia – e não um problema, como insinua O Globo. Aliás, essa integração começou há muito mais tempo. Basta citar investimentos como Itaipu, que traz energia do Paraguai, e o gasoduto Brasil-Bolívia.
No mundo, a importação de energia é também um fato corriqueiro, ainda que alimente eventuais tensões regionais e geopolíticas. A Alemanha, maior potência industrial da Europa, abastece suas fábricas com o gás natural que vem da Rússia. Os Estados Unidos acionam suas térmicas com petróleo importado de países árabes. A França, por sua vez, exporta energia nuclear para alguns de seus vizinhos. Graças ao livre comércio, países que têm oferta excessiva de energia abastecem vizinhos que enfrentam escassez permanente ou temporária, como parece ser o caso do Brasil, neste verão de temperaturas recordes.
A realidade, no entanto, não é aquela desejada pelo Globo: o Brasil, apesar da torcida contrária, não enfrenta um racionamento de energia. Pode, sim, ter de consumir uma energia mais cara, com o acionamento das térmicas, mas não há desabastecimento.

Um comentário:
De fato não há racionamento e graças aos investimentos do governo federal nos últimos dez anos. Mas o governo Dilma II acabou. Dilma não foi a Davos este ano porque é evidente que não é ela quem governa a economia do país. O garoto dos bancos é quem manda e hoje mandou mais, já avisando pelo Financial Times ( claro!) coisas como : " o seguro desemprego do Brasil está superado" e " as pessoas estão prontas a pagar pelos serviços". Zé Dirceu já disse o que todo mundo sabe : vem recessão por aí, o PT aguenta até quando ser governado pelo PSDB ?
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