O presidenciável Eduardo campos passou por Belém e deve ter deixado a mesma má impressão experimentada por onde passa. O ex-governador pernambucano escusou-se de falar algo servível à Região Amazônica, mesmo tendo como a vice de sua chapa uma filha da terra, optando por condenar as alianças da presidenta Dilma, em clara e desastrada alusão ao apoio petista a Helder Barbalho.
Ao que tudo indica, parece desconhecer a folha corrida do presidente de seu partido, o ex-senador Ademir Andrade, um maroto ex-detento pego com a boca na botija, ou melhor, com as garras encravadas nos cofres da CDP, tendo por isso que passar umas férias atrás das grades. E isto só no âmbito local, pois se formos esmiuçar a chusma de malfeitores que acompanham o presidenciável socialista, Heráclito Fortes- jagunço do bando de Daniel Dantas; o nazista Jorge Bornhausen; o 'estúpido cupido' e capitão do mato Ronaldo Caiado, entre outros, veremos que essa encenação mambembe não passa de diversionismo a fim de encobrir essa patifaria.
De qualquer modo, fora umas horas de ócio na companhia do especialista no assunto, Simão Lorota e trupe, essa malsinada visita foi tão notada quanto a de um romeiro perdido no dia seguinte ao Círio perambulando pela João Alfredo. Não rendeu nada, não obteve repercussão alguma, não alterou em nada o quadro eleitoral e muito menos arrefeceu o crônico amor por cargos públicos de seu partido cá no Pará. Enfim, é mais um patife que vem e vai e não deixa saudades, apenas o desejo que tão cedo não volte.


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