O governo desonerou as folhas de pagamento das empresas do pagamento da CIDE(Contribuição de intervenção do Domínio Econômico dos Combustíveis); do IPI(Imposto sobre Produtos Industrializados) e o IOF(Imposto sobre Operações Financeiras) cobrado no crédito dado às pessoas físicas, refletindo-se essas medidas na queda das receitas auferidas com o IRPJ(Imposto de Renda da Pessoa Jurídica) e da CSLL(Contribuição Social sobre o Lucro Líquido).
Mesmo assim, a arrecadação de tributos no primeiro trimestre deste ano cresceu 2,08%, em relação a igual período do ano anterior; e 2,5% comparando os meses de março, atingindo uma receita de R$86,621 bilhões, no mês de março deste ano; e R$293,426 no trimestre.
Claro que as gangues midiáticas que monopolizam a informação no país devem exercer o seu vil ricuperianismo a respeito desses fatos positivos e dar voz aos abutres disponíveis, que vociferarão contra a ainda alta carga tributária, seguida da necessidade de mais desonerações produzindo a mágica de arrecadar muito e continuar cobrando pouco imposto da elite. Faz parte. Afinal, parecem sonhar todos os dias com a volta das "medidas impopulares" que lhes permita voltar a operar sem sustos nos paraísos fiscais muito utilizados pela privataria tucana. Toc, toc, toc....

Nenhum comentário:
Postar um comentário