Jorge Paz Amorim

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Belém, Pará, Brazil
Sou Jorge Amorim, Combatente contra a viralatice direitista que assola o país há quinhentos anos.

segunda-feira, 10 de março de 2014

O Pará parado

O pífio desempenho da economia paraense prescinde de análises mais profundas para ser constatado bastando, conforme fez o DIEESE, ver o saldo da empregabilidade formal: cinco mil empregos gerados em doze meses e saldo negativo em janeiro último. E pensar que, em 2010, último ano da gestão Ana Júlia, o saldo foi de 64 mil postos de trabalho com carteira assinada gerados. De lá pra cá, o que se vê é a queda livre da empregabilidade, na contramão do que se verifica no restante do país.
Isso somado ao fracasso verificado nas demais políticas públicas governamentais, maçante seria repetir aqui que a saúde está na UTI; a segurança em beco sem saída rodeada de marginais; e a educação reprovada em todos os itens, assim como repetitivo é constatar-se que a atual gestão acabou, conforme decreto verbal do próprio titular do cargo, cuja reconsideração da decisão ocorreu apenas porque sua retaguarda midiática pressionou, pois, conforme revelou o jornalista Lúcio Flávio Pinto, vive situação de extremas dificuldades financeiras, que certamente seriam agravadas com a perda das generosas receitas governamentais. Porém, diante da continuada apatia, percebe-se que essa continuidade não passa de encenação tediosa de quem mostra acintosamente que queria estar em outro lugar. De caniço e samburá.

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