Incrível como acocôdemico global Merdal Toupeira faz do intestino coração pra fundir o 'esqueçam o que escrevi' com o 'esqueçam o que fiz' e assim absolver o chefe da privataria caribenha, FHC, dos malfeitos cometidos quando tomou o poder de assalto, conspurcando uma investidura legítima.
Diz o sacripanta escrevinhador, em seu fecal artigo de hoje, "O que começou com compra de votos em dinheiro, denunciado o esquema do mensalão, que recentemente foi a julgamento e saiu condenado moral e criminalmente, passou a se dar através da entrega de ministérios e cargos em orgãos públicos."
Ou seja, com incrível dose de safadeza o pilantra global pensa apagar o passado e parte do presente ao tentar fazer crer que a corrupção começou a partir de 2003. Oculta de forma delinquente a compra de voto pra um segundo mandato presidencial de FHC a R$200 mil por cabeça parlamentar; ignora o papel do PFL, pra ficar apenas no exemplo fisiológico mais marcante, adubado a peso de cargos pra formar a coalizão que sustentou o governo privata com os tucanos e hoje sem acesso ao poder central reduzido à insignificância político/partidária; e, mais patético, ignora o 'Mensalão Tucano', como se o julgamento do mais sofisticado esquema de compra de eleições, montado pela gangue da privataria, não existisse ou fosse montado apenas para abastecer eleitoralmente o PT.
Chega até a condenar a "utilização de parlamentares no ministério", ignorando também que Geraldo Alckmin, Antônio Anastasia e Simão Jatene, três governadores tucanos, também lançam mão de parlamentares transformando-os em secretários de governo a fim de arranjar politicamente sua base de apoio, criminalizando sectariamente a prática, por sinal, sem óbice legal e tudo indica que continuará assim por muito tempo e certamente não por obra e graça do PT, mas, entre outros, dos próprios protegidos do tal Merdal.
Infelizmente, é esse jornalixo vigarista que temos atualmente no país, embora seja salutar sabermos que 95% dos brasileiros e brasileiras ignorem esses papeluchos produzidos por vigaristas como Merdal, conforme pesquisa recentemente publicada, tudo indicando que a tendência é a extinção dessa atividade que tornou aos tempos degenerados do libelismo produzido em balcão de negócios. Triste!


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